Introdução ao Conceito de Adaptação de Ranking Baixo: Desafios e Oportunidades para LLMs
Aprendizado de Máquina para Adaptação em Ranking Baixo: Explorando LLMs
As linguagens grandes modelos (LLMs, em inglês Large Language Models) têm revolutionizado o campo da inteligência artificial (IA) em áreas como processamento de língua natural (NLP), geração de texto e interação humano-máquina. Embora esses modelos estejam alavancando incrivelmente, existem ainda muitos desafios em torno de sua performance e ajuste para diversas tarefas e domínios. Um desses desafios é a adaptação de rankings baixos, uma abordagem emergente que busca melhorar o comportamento das LLMs quando elas enfrentam situações com pouco ou nenhum dado de treinamento relevante.
Esse post abordará os principais conceitos relacionados à adaptação do ranking baixo, detalhará a necessidade dessa técnica em LLMs e discutirá as abordagens existentes e suas implicações para o futuro da IA.
O que é Adaptação de Ranking Baixo (Low-Rank Adaptation) e por que é importante?
Adaptação de ranking baixo, também conhecida como transferência de rede neural ou metodologia da redes neurais finetuning, refere-se à capacidade de adaptar um modelo de aprendizado profundo para outra tarefa ou domínio sem precisar treinar o modelo do zero. O principal objetivo é aproveitar os conhecimentos aprendidos em um domínio e aplicá-los com sucesso em outro, mesmo quando as dados de treinamento no novo domínio são limitados.
O termo "low-rank" faz referência à capacidade de realizar ajustes eficientemente nas matrizes de pesos do modelo, que estão altamente comprimidas em dimensões reduzidas para otimizar o tempo e os recursos. Essa metodologia é especialmente relevante no contexto das LLMs devido à sua complexidade e necessidade de massas de dados de treinamento maiores.
Como a Adaptação de Ranking Baixo funciona?
A adaptação de ranking baixo segue etapas básicas que envolvem: 1) seleção do modelo inicial treinado em um domínio, 2) finetuning ou ajuste do modelo na rede neuronal com dados relevantes para o novo domínio e 3) avaliação das capacidades de transferência após o ajuste.
Uma vez selecionado o modelo inicial, o processo começa importando o modelo pesado em uma rede neuronal já pré-treinada para uma tarefa ou domínio específico (alvo). Por exemplo, podemos usar um modelo de LLM treinado em inglês para ajustar seu conhecimento sobre um domínio particular, como história da arte. Durante o finetuning, os pesos do modelo são atualizados com base no novo domínio e dados de treinamento disponíveis. A quantidade e qualidade desses dados deve ser suficiente para proporcionar a performance necessária sem necessitar um trabalho excessivo de treinamento em larga escala do modelo inteiro.
A técnica low-rank é especialmente relevante aqui, pois ela otimiza o processo de atualização de pesos reduzindo drasticamente o número de parâmetros a serem atualizados e armazenados, economizando tempo, espaço em disco e recursos computacionais. Isso torna mais viável realizar experimentos iterativos e otimizações de hiperparâmetros no contexto das LLMs, uma vez que permitir o uso do hardware atual para alcançar bons resultados de ajuste de classificação baixa.

Ajustes na rede neuronal low-rank com o objetivo de otimizar o ranking também podem ser complementados com técnicas de regulação regular, como penalização de L1 ou L2 (penalidade de normalmente distribuída). Essas abordagens proporcionam benefícios na estabilização do modelo e reduzem a overfitting.
Abordagens existentes para Low-Rank Adaptation
Embora existam diversas metodologias para adaptar LLMs através de finetuning e outras abordagens de ajuste de classificação baixa, muitas delas se baseiam na adaptação de redes neurais convolucionais (CNNs) com atenção na capa do desempenho de modelos baseados em Transformer, que são bastante populares na linguagem de máquinas.
Uma das mais influentes e promissoras abordagens é o método Proximal Policy Optimization (PPO) com finetuning low-rank adaptado (LowRankFinTune), proposto pela Microsoft em 2018. LowRankFinTune modifica a aplicação de PPO com redes neurais convolucionais adapting para suportar o uso de redes com estrutura Transformer, que fornece melhor performance e ajuste personalizado em LLMs baseados em transformadores.
Consequências na comunidade da IA
As vantagens do low-rank adaptation nas LLMs incluem economia de computação e armazenamento significativa enquanto proporcionam uma maneira eficiente de treinar modelos baseados em transformadores. Além disso, esse ajuste permite adaptar modelos grandes para tarefas ou domínios específicos com relativa facilidade, oferecendo oportunidades inovadoras tanto na pesquisa como no desenvolvimento de soluções comerciais.
Porém, é importante lembrar que essa metodologia também apresenta desafios. A finetuning do modelo pode acarretar em uma overfitting no conjunto de dados de treinamento, gerando perda de generalização para novas tarefas ou domínios semelhantes. Portanto, é importante combinar essa técnica com outras soluções que possam garantir a generalização e robustez dos modelos LLMs ajustados.
No entanto, ao longo dos anos, veríamos as abordagens de low-rank adaptation se tornarem cada vez mais avançadas e adaptáveis às necessidades dos usuários finais, contribuindo para o crescimento e melhoria contínua da IA em áreas como NLP, geração de texto e interação humano-máquina.
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LLMs
LLMs (Large Language Models) são modelos avançados de inteligência artificial treinados em grandes quantidades de texto para compreender, gerar, traduzir e responder conteúdos em linguagem natural, sendo a base de ferramentas como ChatGPT, Gemini e Claude.
